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Mais uma rodada para Hank sábado, 8 de setembro de 2007 às 15:00
por Thiago Alves

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A cada episódio que passa, a nova série do Showtime, Californication - protagonizada por David Duchovny vem ganhando cada vez mais audiência, e devido à boa aceitação do público americano, o canal acaba de encomendar mais uma dúzia de episódios, desse modo prolongando a série para uma segunda temporada.

Californication vai ao ar às segundas no Showtime

Californication sábado, 25 de agosto de 2007 às 17:20
por Igor Vicente

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“Fox Mulder o CARALHO!” Provavelmente seria isso que o novo personagem de David Duchovny, Hank Moody, lhe diria caso você lhe perguntasse sobre o protagonista da falecida “Arquivo X”. E uma aviso para os fãs do ator e da série: Esqueçam tudo relacionado ao assunto e lembre-se que é uma série do Showtime.

“Californication”(Mistura de Califórnia com Fornication, no caso “fornicação”, sexo fora do casamento) é sobre um escritor, que só escreveu um livro adaptado de forma fraca para o cinema, que está com um bloqueio criativo e passa o rodo. Sim, o cara não perdoa. Falo disso daqui a pouco. Bem, Hank é divorciado e um pai irresponsável, que põe a culpa na separação como seu bloqueio criativo.

Se você é desses que acha que sexo não contribui pra história e tem pensamentos machistas da década de 50, passa longe. A série é recheada de sexo e palavrão. O nível de PPE(Putaria Por Episódio) é grande! Se Nip/Tuck tem o Dr. Troy, que pega mesmo, e dane-se o resto, Hank é duas vezes pior! Logo no início, o cara tem uma espécie de “sonho” com uma freira!!! Sim, é só sonho, e isso é explicado logo em seguida, então não foi um spoiler pesado. Aliás, “pesado” é um adjetivo que não serve pra série. Citando novamente, “Nip/Tuck” é programa infantil se comparada a “série”. É muito sexo, mas não em vão. Eu digo isso, por que na verdade o protagonista faz isso mesmo pra fugir dos problemas, e não tem jeito melhor de aliviar as tensões, né!

E para aqueles que já assistem séries a longa data, vão ver dois alguns rostos conhecidos. O primeiro é de Evan Handler, que já foi um dos caras que pegou uma das garotas de “Sex and the City” e o Dave, amigo imaginário de Hurley, da série “Lost”. Ele interpreta o agente de Hank, que tenta (eu disse “tenta”) domar o cara. E o segundo rosto, que sim, me deixou com o queixo no chão, é de Madeline Zima. E sim, esse foi tapa na cara. Por que? Simples: Ela era a filha mais nova de Maxwell Sheffield, o patrão da babá Fine em “The Nanny”. Pode tirar da sua cabeça a imagem da menininha boba e bem… ela cresceu… e como!

E quanto a Duchovny…sem comentários. Deve conseguir uma indicação ao Globo de Ouro pelo papel. Por que cai como uma luva pra ele. Ele tira aquela imagem de fuckin loser que ele tinha em “Arquivo X”. Só é uma pena que o piloto não seja lá essas coisas. Ele funciona pra apresentar bem os personagens, lhe tira algum sorrisos amarelos (A parte em que a filha dele fala sobre a falta de pêlos pubianos de um dos casos do pai é foda!), mas não deixa um gancho pro segundo episódio. Não ultrapassa a função de ser o piloto, o que não é necessariamente ruim. É do tipo de piloto que você tem que assistir o segundo episódio e aí sim tirar uma conclusão sobre a série, como no caso de 30 Rock e Weeds, por exemplo! Então, no fim das contas, o piloto “Californication” cumpre a sua missão: Fazer o espectador ficar de olho no Showtime e dizer que Fox Mulder está na PQP!