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Antes mesmo de gostar apenas de dramas, eu era fascinado por suspense/terror. Lembro de ter visto várias vezes Lenda Urbana, até mesmo o Eu Sei o que Vocês fizeram no verão passado. Com o tempo comecei a procurar algumas coisas antigas, foi aí que me deparei com Alfred Hitchock. Minha vida já não era mais a mesma. O que dizer de Um Corpo que Cai? Ou, ainda, o grande clássico Psicose com a cena ainda mais clássica do chuveiro? O mestre do terror era fascinante e ele conseguia se reinventar, inclusive mesclar outros elementos com o suspense que faziam com que qualquer espectador pudesse vibrar com o filme, pudesse ser surpreendido.
Nesta semana procurei dar uma chance à Fear Itself, nova série de terror da NBC para esta midseason. O programa conta com episódios isolados e por isso não tem uma narrativa fixa. A cada semana uma nova história é apresentada, com novos personagens. Os capítulos são escritos e dirigidos pelos “mestres do terror” que são considerados atualmente. Fico a pensar: como eles podem dar um título como este a pessoas que não têm a mínima ousadia em ser diferente? E depois a minha imaginação parte completamente para a obra de Hitchock e imagino como este deve estar se remoendo em seu túmulo.



O período da década de 70 foi extremamente conturbado, mas a música foi a expressão que mais se sobressaiu, assim como a mudança de comportamento das pessoas. O classic rock teve o seu surgimento e por essa razão os anos 70 também é chamado de “a década da discoteca”, devido ao surgimento da dance music e todos aqueles bailes que agitavam as boates de todo o mundo. Grupos como Pink Floyd, Genesis, Jethro Tull, dentre outros, foram de grande importância para a incorporação de anos tão significativos e de uma evolução musical muito importante. O glamour visual que começou com David Bowie também marcou uma década em que as pessoas seguiam uma moda que, nos tempos atuais, é simplesmente chamada de “brega”. A força de Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple, ainda ajudaram a criar uma tensão muito mais forte para o rock e influenciando as gerações seguintes, assim como Sex Pistols, Ramones, The Clash e tantos outros conjuntos musicais que marcaram época.
Bem, eu sei que o Dia dos Namorados já passou, mas não custa nada prorrogar a comemoração. Eu estava para escrever este artigo desde o começo dessa semana, mas não encontrei tempo hábil para fazê-lo. De qualquer maneira, o que seria das nossas maravilhosas séries se elas não tivessem os casais para nos fazer emocionar e, de vez em quando, nos fazer acreditar que o amor realmente existe em algum lugar nos corações dos seres humanos e que ele pode ser correspondido.