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Army Wives quarta-feira, 9 de julho de 2008 às 22:06
por Thiago Alves

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“A maravilhosa temporada de Army Wives”

Army Wives é a série que mais merece ser chamada de drama, dentre as quais assistimos hoje em dia. Drama porque nós acompanhamos o dilema daquelas mulheres comuns, que ora se despedem de seus maridos sabendo que pode ser a última vez em que estes se olham. Drama porque vemos filhos pequenos que apenas gostariam de ter um pai para brincar. Drama porque o exército é a “esposa” de todos os soldados, fazendo de suas mulheres as amantes, as quais sempre ficam em segundo plano na vida destes homens. Mulheres unidas que buscam força uma nas outras ao receberem boas e más notícias em suas vidas pacatas.

Cada e único episódio é uma emoção diferente. Army Wives não tem episódios fracos, como toda série – não ainda. Ela sempre consegue arrancar aquele suspiro de uma boa trama no fim de cada episódio. Sua trilha sonora é espetacular. Algo que eu costumo comentar bastante é como uma trilha sonora bem escolhida ajuda a passar o sentimento necessário em uma cena de drama, e nisso não há com o que se queixar. As músicas são escolhidas a dedo, e encaixam perfeitamente na história.

O final da temporada é magnífico. É um dos melhores season finales que eu já vi até hoje. A minha sorte é que já começou a 2ª temporada neste midseason, e não precisarei esperar muito para descobrir a continuação do enorme gancho deixado neste último episódio.

Enfim terminei de assistir a 1ª temporada da série que alavancou a audiência do Lifetime após anos de baixa média de telespectadores e cheguei a uma conclusão: Porque essa série anda tão apagada na mídia, sendo que o que ela merece mesmo são os holofotes principais?

Se você gosta de bons dramas, me faça um favor. Assista logo a 1ª temporada de Army Wives, pois a série é fantástica. Posso ter elogiado demais, e talvez seja um pouco de exagero meu dependendo do seu ponto de vista, mas é que eu ainda estou sob efeito do final dessa grande obra.

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Prestes a subir no altar, uma noiva recebe um bilhete que diz: “a pessoa com quem está prestes a casar é um serial killer”.

Me preocupa quando a sinopse de um filme tem apenas uma linha, pois normalmente ela descreve um filme superficial que não deveria existir. Esse é o caso do quarto episódio de Fear Itself que extrapola o limite do bom senso criando uma trama sem pé nem cabeça que tenta chocar com um final surrpreendente ingorando a inteligência de qualquer ser humano com mais de dois neurônios.

In Sickness and in Health decepciona já nos primeiros minutos quando a trilha sonora surge no momento em que a noiva abre o bilhete sobre o futuro marido e a partir dessa cena a qualidade  vai ladeira abaixo, como na cena em que a dama de honra/melhor amiga arma o maior barraco na festa por causa do tal bilhete que sequer leu ou quando o noivo se porta como um psicopata sem o menor motivo e persegue a noiva pela igreja. Mas não pense que as atrocidades foram cometidas apenas pelo roteirista, já que o diretor colabora em muito para o desastre.

Não vou abusar muito da paciência de ninguém com este review, porém não tenho como não comentar a cena final quando a tal mulher-de-lenço-vermelho entra um uma casa com vários adereços saídos de O ALBERGUE e descobrimos que ela é na verdade o irmão da protagonista que não apareceu no casamento. Talvez eu seja burro, talvez não prestei atenção o suficiente ou talvez o diretor não sabia o que fazer, mas o aquela cena significa? O irmão da noiva é um assassino e a noiva é sua cúmplice? A noiva é uma assassina e se fez de sonsa o episódio inteiro?

Mais um mistério na longa lista de coisas inexplicáveis exibidas nessa série. Começo a duvidar se ela conseguirá ter um saldo positivo ao final de seus 13 episódios…

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Jimmy está preocupado se vai conseguir uma vaga no time de Basquete, e para isso precisa treinar mais. Ao mesmo tempo Jimmy precisa fazer o trabalho da senhorita Kwan, do livro o “O senhor das Moscas”. Como ele vai se concentrar nos dois? Obviamente que ele vai procurar a solução mais rápida, essa é a solução que sempre procuramos, especialmente quando se é jovem. Jimmy acaba tomando uma das pílulas de Spinner que parece ter efeito estimulante em outras pessoas, e Jimmy começa a agira hiper-ativamente.

Liberty foi de dar pena nesse episódio, coitada, ela só quer crédito e atenção. E justo quando pensamos que veríamos outro lado de Ashley, ela se mostra novamente irritante e certinha. O mais engraçado foram às caretas de Liberty na TV sem a mínima idéia de que estava no ar.