Powerless
terça-feira, 4 de dezembro de 2007 às 14:12
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Encerrando o volume dois da trama de Heroes, “Powerless” vem para solucionar muitas de nossas questões decorrentes da temporada. Após altos e baixos e redimindo-se com os erros, Tim Kring nos presenteia com um episódio tentador. Dois de nossos heróis “morrem” de formas diferentes, e ambas infelizes. Nikki, que tanto relutou quanto a usar seus poderes para ser uma heroína, arriscou sua vida salvando Monica presa em uma casa incendiada. Pegaram pesado neste enredo, ao mostrar um grupo de negros americanos querendo matar a garota de uma forma tão fria, só porque a mesma foi pega invadindo sua casa. Esta foi uma menção à criminalidade que vem vivenciando os Estados Unidos em algumas cidades nos últimos meses.
Outro herói que apesar de ter perdido um pouco o foco nesta segunda temporada, foi Nathan, aparecendo para impedir que Peter ajude Adam (ou seria Takezo Kensei) a liberar o vírus de forma não intencional, destruindo assim a população quase por inteira – fazendo alusão ao dilúvio causado por Deus. Assim, quando Nathan resolve revelar o segredo das pessoas com habilidades à cidadania, é inesperadamente assassinado por alguém que, obviamente vira à tona no terceiro volume da série: Villains (vilões).
Outra coisa que notei, foi que alguns personagens se perderam na história, como aconteceu com o pai de Matt, que havia se mostrado como uma ameaça maior do que o próprio Sylar no fim da primeira temporada, e que teve um fim sem graça, sem ênfase, sem adição nenhuma ao enredo. Mais o menos semelhante ao fim que teve nosso “querido” Takezo Kensei, enterrado à sete palmos vivo para toda a eternidade.
Hiro está evoluindo e se tornando cada vez mais semelhante ao seu estereótipo do futuro. O personagem não se deslumbra mais com a idéia de ter superpoderes, mas encara com responsabilidade usá-los para fazer o bem. Isso é bom ou ruim? Vai saber…

